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	<title>Blog do Ludo Educativo &#187; Blog</title>
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	<description>Blog do Portal de Jogos Educativos Ludo Educativo</description>
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		<title>Professor desenvolvedor &#8211; parte 1</title>
		<link>http://blog.ludoeducativo.com.br/professor-desenvolvedor-parte-1/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 14:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marilia Faustino]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se é professor é normal ouvirmos a pergunta sucessivas vezes “Mas você só dá aula? Não trabalha?” , como se ser professor não fosse um trabalho. Dramas a parte, esse artigo é sobre outras possibilidades de carreira que licenciados podem seguir. Você que estudou tanto tempo para saber como ensinar determinada matéria pode ter [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se é professor é normal ouvirmos a pergunta <span style="text-decoration: line-through;">sucessivas vezes</span> “Mas você só dá aula? Não trabalha?” <span style="text-decoration: line-through;">, como se ser professor não fosse um trabalho.</span> Dramas a parte, esse artigo é sobre outras possibilidades de carreira que licenciados podem seguir. Você que estudou tanto tempo para saber como ensinar determinada matéria pode ter outras opções em sua carreira, além da atuação em sala de aula. Vou contar um pouco da minha vida profissional. Sou formada em Licenciatura em Ciências Exatas pela Universidade de São Carlos, um curso um tanto peculiar já que habilita o formado a ministrar aulas de Ciências Físicas e Biológicas  &#8211; Ciências da Natureza &#8211; além de uma especialidade escolhida pelo graduando que pode ser em Matemática, Química ou Física &#8211; que foi, no caso, a minha escolha. Quando me formei, resolvi seguir a área de materiais e recursos didáticos, então ingressei no Mestrado. Tudo terminado, defendido&#8230; E agora? Sala de aula!</p>
<p>Comecei a dar aula e logo percebi que o esquema que tinha servido para mim quando aluna, lousa e giz, boas aulas expositivas, não serviria para os meus alunos. Notei que os professores “mais amados” eram aqueles que levavam na sala de informática. Bingo, “vou levá-los”- pensei<span style="text-decoration: line-through;">, que tolice</span>. A primeira experiência foi um completo caos, pois em uma sala de aula do 6º ano (antiga 5ª série) com 40 alunos, uns 30 não faziam ideia do que estava acontecendo na tela, pediam pra entrar num site de jogos que já estava salvo nos favoritos do <em>browser</em> da escola. Fiquei observando aquilo, aqueles jogos de corrida, de pintar, de atirar, de completar. Uma ideia surgiu então, porque não criar jogos voltados para o ensino de alguma disciplina específica? O que já tinha na área? Que empresas faziam isso? Ahhhhhh, queria entrar neste mundo.</p>
<p>Mudança de vida: entrei numa nova graduação, afinal, queria aprender a programar, e não só a dar ideias. Agora, só precisava concretizar as ideias: foi quando resolvi bater na porta da equipe por trás &#8211; juntamente com o CMDMC &#8211; do Ludo Educativo, para conversar sobre elas!</p>
<p>Cá estou! =D</p>
<p>E as coisas começaram a acontecer. Criei jogos que já utilizei em sala de aula com os alunos e o resultado foi muito gratificante. Já conhecia as limitações do meu público (que varia muito de escola para escola, e com a idade), as potencialidades e sabia exatamente que objetivo queria alcançar com o uso daquela ferramenta pedagógica, no caso o<em> jogo digital educativo</em> (recomendações de como, quando usá-lo, no próximo artigo).</p>
<p>Então se você não está tão interessado em atuar em sala de aula, saiba que existe hoje um nicho em empresas como editoras, empresas de jogos tabuleiro e desenvolvedoras de jogos digitais,  um lugarzinho para você como <strong>desenvolvedor de conteúdo</strong>. Para realizar essa atividade não é necessário conhecimento em programação, e sim como transformar um determinado conteúdo em um jogo, ou em um modelo, gerar perguntas, gráficos, desenhos de determinados conteúdos&#8230; Transformar o que é texto em novas possibilidades de ensino/ aprendizagem.</p>
<p>Se você deseja ir além e <strong>desenvolver jogos</strong>, (como recebemos muitos emails dos nossos seguidores perguntando como podem criar seus próprios jogos) recomendo que você procure um curso para aprender programação, em qualquer linguagem (de preferência orientada a objetos) e utilize as ferramentas que estão disponíveis atualmente (algumas pagas, outras são softwares livres) como: Unity, Game Maker, Stencyl&#8230;  são programas que facilitam o desenvolvimento de jogos pois já tem muita coisa implementada, como por exemplo a física do ambiente, que você não precisaria ter que ficar gerando gravidade, atrito, força, etc. Além de uma ferramenta de apoio, você precisará se aliar a outros dois profissionais: um artista gráfico e um músico. Você pode ser uma pessoa multi tarefa e querer fazer tudo, mas não recomendo não!</p>
<p>Bom, era isso galere, até a próxima!</p>
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		<title>Jogadores Tóxicos</title>
		<link>http://blog.ludoeducativo.com.br/jogadores-toxicos/</link>
		<comments>http://blog.ludoeducativo.com.br/jogadores-toxicos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 May 2014 19:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Lima]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O crescimento ininterrupto da internet já não é mais novidade a, pelo menos, uma década. Na era da informação, basta um click para se propagar praticamente qualquer conteúdo. As plataformas digitais as quais ligam duas ou mais pessoas de qualquer ponto do globo são muitas e variadas em suas formas e funções. Entretanto ainda vemos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento ininterrupto da internet já não é mais novidade a, pelo menos, uma década. Na era da informação, basta um click para se propagar praticamente qualquer conteúdo. As plataformas digitais as quais ligam duas ou mais pessoas de qualquer ponto do globo são muitas e variadas em suas formas e funções. Entretanto ainda vemos muitas crianças e adultos subestimando ou até mesmo ignorando o potencial destrutivo de tais plataformas. Das muitas plataformas possíveis, será abordada aqui a plataforma dos jogos digitais. </p>
<p>Engana-se quem imagina o ambiente virtual como um ambiente a parte do “mundo real”. O ambiente digital nada mais é do que uma extensão do “mundo real”, fazendo assim parte da nossa sociedade. Assim como no “mundo real” as pessoas podem ser grosseiras ou até mesmo maldosas, o mesmo acontece no ambiente virtual e sobre isso que se trata este post. O termo “jogador tóxico” é relativamente novo, entretanto, aqueles conhecidos como jogadores tóxicos não surgiram hoje ou ontem, existem antes mesmo do advento da internet, sendo que o número de jogadores tóxicos aumentou muito nos últimos anos com a vinda da rede mundial de computadores. Jogador tóxico é todo aquele que mantém uma atitude não ética, seja desrespeitando os demais presentes no ambiente virtual ou se utilizando de maneiras ilegais – de acordo com as regras do jogo – para obter vantagem. Além de tornar o ambiente nada saudável, os jogadores tóxicos agridem sistematicamente os demais jogadores, através de ofensas, nos piores casos, de cunho racista ou sexista.</p>
<p>Algumas empresas adotaram diversas medidas para reduzir o número de jogadores tóxicos, como é o caso da <em>Valve</em> com seu jogo no estilo <em>Massive Online Battle Arena</em>, <strong>Dota 2</strong>. A <em>Valve</em> não apenas puniu os jogadores tóxicos, como criou mecânicas para que bons jogadores sejam beneficiados pelo seu comportamento, desta forma incentivando o bom comportamento e o trabalho em equipe. A <em>Valve</em>, inclusive, apresenta números positivos no que tange a <sup>1</sup><a href="http://www.gamebreaker.tv/games/dota2/moba-communities-doomed-toxic/">redução de jogadores tóxicos</a>. Entretanto, outras empresas, como a <em>Riot Games</em> tem tido dificuldades em reduzir o número dos jogadores tóxicos em seus servidores. <sup>2</sup><a href="http://www.psychologyofgames.com/2010/02/deindividuation-and-antisocial-behavior/">Um dos fatores contribuintes para tal comportamento antisocial é a aparente anonimidade que a internet oferece</a>.</p>
<p>Pais e educadores devem ficar atentos a forma como jovens e crianças interagem com os demais no ambiente virtual, quando não vítimas, são reprodutores de tal comportamento repreensível. Um acompanhamento mais próximo dos pais, sem cercear a liberdade, pode ser essencial para uma mudança muito positiva e, consequentemente, a criação de ambientes virtuais mais seguros e saudáveis para todos.</p>
<p>[1] http://www.gamebreaker.tv/games/dota2/moba-communities-doomed-toxic/<br />
[2] http://www.psychologyofgames.com/2010/02/deindividuation-and-antisocial-behavior/</p>
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		<title>4 Filmes do Studio Ghibli com lições de vida</title>
		<link>http://blog.ludoeducativo.com.br/4-filmes-do-studio-ghibli-com-licoes-de-vida/</link>
		<comments>http://blog.ludoeducativo.com.br/4-filmes-do-studio-ghibli-com-licoes-de-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2014 20:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luna Moreno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Filmes que ensinaram seu filho a ser independente. Os filmes do Studio Ghibli sempre me fazem pensar se minhas prioridades estão bem definidas, Toda sua filmografia está cheia de maravilhosos ensinamentos para todas as idades. Por isso elegi 4 filmes para compartilhar com crianças de 4 a 7 anos. 1. &#8220;Whisper of a heart&#8221; (Sussurros do coração)  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Filmes que ensinaram seu filho a ser independente.</em></p>
<p>Os filmes do <a href="http://site.studioghibli.com.br/">Studio Ghibli</a> sempre me fazem pensar se minhas prioridades estão bem definidas, Toda sua filmografia está cheia de maravilhosos ensinamentos para todas as idades. Por isso elegi 4 filmes para compartilhar com crianças de 4 a 7 anos.</p>
<p><strong>1. <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0pVkiod6V0U" target="_blank">&#8220;Whisper of a heart&#8221;</a> (Sussurros do coração) </strong><br />
<em>Idade mínima recomendada: 7 anos.</em></p>
<p>Uma menina que adora a leitura se dá conta que os livros que trouxe para casa já foram alugados por outra pessoa. Na busca para encontrar essa pessoa conhece um velho dono de uma loja de antiguidades, que a encoraja a se tornar uma escritora.</p>
<p>Muitos de nós nem sequer sabemos o que queremos fazer pelo resto de nossas vidas. Este filme nos ensina que devemos escolher aquilo que desfrutamos e que nos faça infinitamente feliz, porém temos que trabalhar muito para poder melhorar nosso talento e nos transformar em um bom profissional.</p>
<p><strong>2.<a href="http://www.youtube.com/watch?v=piIdiZ44zzU" target="_blank">&#8220;Kiki delivery service”</a> (O serviço de entregas da Kiki)</strong><br />
<em>Idade mínima recomendada: 5 anos.</em></p>
<p>Kiki é uma bruxa em treinamento que deve passar um tempo fora de casa para encontrar uma &#8220;especialidade&#8221; em seus encantamentos. Por ser uma bruxa com vassoura voadora, obtém um emprego de mensageira até que um dia perde seus poderes e já não pode voar&#8230;</p>
<p>Ajudar os mais velhos, ser amável com as demais pessoas e ser honesto são os ensinamentos deste filme.<br />
Também pode ajudar uma criança a entender como pode se sentir alguém (e como pode se adaptar) quando muda de casa ou de cidade e que fazer novos amigos é uma oportunidade maravilhosa de crescer como pessoa.</p>
<p><strong>3. <a href="https://youtu.be/taaI61OnHrY" target="_blank">&#8220;The secret world of Arrietty&#8221;</a> (O mundo dos pequeninos)</strong><br />
<em>Idade mínima recomendada: 4 anos.<br />
</em><br />
Arriety é uma menina pequenina que vive em uma casa pegando coisas que os humanos não sentem falta. Um dia sua mãe é sequestrada e com a ajuda de um menino humano que vive na casa buscam resgatá-la.</p>
<p>A importância da família e a amizade são temas muito evidentes neste filme. Os incentivos do pai de Arriety para que a mesma explore e seja independente me parece um ensinamento maravilhoso para crianças e adultos. A relação que Arriety tem com o menino humano também me parece muito interessante (o menino sofre de um problema cardíaco e seu modo de vida não é normal para alguém de sua idade) porque mostra que uma &#8220;incapacidade&#8221; não é um impedimento para a amizade.</p>
<p><strong>4. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=UibodUGoL4M" target="_blank">&#8220;Howl&#8217;s moving castle&#8221;</a> (O castelo animado)</strong><br />
<em>Idade mínima recomendada: 6 anos.<br />
</em><br />
Sophie é uma menina com baixa autoestima que não aspira grande coisas até que um dia uma bruxa malvada lhe lança um feitiço e a transforma em uma anciã. Sophie decide sair de sua casa em busca do mago Howl para que quebre o feitiço. Em sua viagem sua autoestima melhora e eventualmente se da conta que é muito mais valiosa do que pensava.</p>
<p>Este filme me parece excelente para as meninas.<br />
Sophie tem todo o perfil para ser o personagem de &#8220;A Dama em Perigo&#8221; porem diferentemente decide sair e buscar alguém que a ajude a quebrar o feitiço. Para isso ela passa por muitas dificuldade que deve resolver sozinha e ao final do filme, sua valentia e inteligência a levam até o amor de sua vida.<br />
A narrativa é um pouco complexa. É um desses filmes que tem que se ver mais de uma vez para poder entender pequenos detalhes da história, porem a mensagem principal se entende de primeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como nota de rodapé, me parece importante ressaltar que quase todos os protagonistas dos filmes Ghibli são mulheres. Creio que é uma grande conquista que mesmo que esses personagens têm seus conflitos internos, sempre lutam por verdades universais como o respeito pela natureza e cuidar das pessoas e coisas que são importantes para eles.</em></p>
<p><em>Deixe-me dar uma opinião pessoal a dizer que prefiro mil vezes os filmes do Studio Ghibli a muitos filmes da Disney, porque enquanto os protagonistas da Disney são guiados por um amor de casal meio platônico, os protagonistas do Studio Ghibli sempre são guiados por seus princípios e valores.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é o ISBN?</title>
		<link>http://blog.ludoeducativo.com.br/o-que-e-o-isbn/</link>
		<comments>http://blog.ludoeducativo.com.br/o-que-e-o-isbn/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2014 20:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luna Moreno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Tecnologia futurista escondida nos livros. No meu post anterior &#8220;4 Livros para Educar&#8221; coloquei um número antes das siglas &#8220;ISBN&#8221; para algum dos livros. Imagino que algumas pessoas se perguntaram o que era isso. ISBN é uma sigla em inglês para &#8220;International Standard Book Number&#8221;, É um sistema que serve para identificar numericamente livros de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tecnologia futurista escondida nos livros.</em></p>
<p>No meu post anterior &#8220;<a href="http://blog.ludoeducativo.com.br/4-livros-para-educar/">4 Livros para Educar</a>&#8221; coloquei um número antes das siglas &#8220;ISBN&#8221; para algum dos livros. Imagino que algumas pessoas se perguntaram o que era isso.</p>
<p>ISBN é uma sigla em inglês para &#8220;International Standard Book Number&#8221;, É um sistema que serve para identificar numericamente livros de nivel mundial (como se fosse uma impressão digital) e que foi oficializado em 1972.<br />
Começou com apenas 10 dígitos e no ano de 2007 passaram a ser 13, porque 10 dígitos não bastavam para incluir algumas categorias. Essa é a única diferença entre o ISBN-10 e o ISBN-13.</p>
<p>O número do ISBN tem por sua vez um EAN (código de barras) que especifica o país, idioma, editora, publicação, etc. Assim podemos saber de onde vem um livro e em qual idioma está escrito, dependendo dos primeiros números do código antes do hífen (se você tiver curiosidade, o código do Brasil é 85).</p>
<p>A maravilha do ISBN é que agora você não precisa andar com a ficha bibliográfica com titulo, autor, editora e edição para encontrar um livro. Basta levar o ISBN a uma livraria mais próxima (ou digitar no Google) para encontrar exatamente o livro que busca.</p>
<p>Dentro das maravilhas da tecnologia numérica também existem outros códigos, tais como ISMN para a música, ISAN para os filmes, games e meios áudio visuais, ISSM para periódicos e revistas, e até o ASIN, código que a Amazon usa para identificar seus produtos.</p>
<p>Agora sim, já não há desculpas como &#8220;é que te comprei este livro porque não sabia qual das edições queria&#8221;.<br />
Obrigado mundo moderno dos anos 70.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Não é só um simples jogo</title>
		<link>http://blog.ludoeducativo.com.br/nao-e-so-um-simples-jogo/</link>
		<comments>http://blog.ludoeducativo.com.br/nao-e-so-um-simples-jogo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2014 13:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já parou para pensar em quantos benefícios, as vezes imperceptíveis, os jogos podem trazer para aqueles que jogam? Quantas habilidades podem ser desenvolvidas e melhoradas com o uso de jogos? Hoje falarei sobre alguns benefícios, fora o educacional, que alguns jogos trazem aos jogadores. Logicamente desde que jogados com moderação para não prejudicar outras atividade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar em quantos benefícios, as vezes imperceptíveis, os jogos podem trazer para aqueles que jogam? Quantas habilidades podem ser desenvolvidas e melhoradas com o uso de jogos?</p>
<p>Hoje falarei sobre alguns benefícios, fora o educacional, que alguns jogos trazem aos jogadores. Logicamente desde que jogados com moderação para não prejudicar outras atividade da vida do jogador.</p>
<p>Pesquisas recentes afirmam que jogar pode melhorar o desempenho do cérebro, podendo também prevenir e até reverter a deterioração das funções cerebrais como memória, raciocínio e processamento visual.</p>
<p>Listamos abaixo algumas habilidades que o jogador pode adquirir ou aprimorar com alguns jogos.</p>
<ul>
<li><strong>Melhora no Raciocínio <a href="http://rochester.edu/news/show.php?id=3679">Lógico</a> <strong><sup>[1] </sup></strong>e <a href="http://www.merga.net.au/documents/RR_bragg.pdf">Matemático</a> <strong><sup>[2]</sup></strong></strong></li>
</ul>
<p><i>Jogos de estratégia, em que é preciso encontrar a solução correta, estimulam o raciocínio. Obstáculos que surgem no decorrer do jogo fazem o jogador pensar logicamente na busca de uma solução para ultrapassa-los e alcançar seu objetivo. A vontade de vencer impede que o jogador desista facilmente frente a dificuldade progressiva.</i></p>
<ul>
<li><b><a href="http://www.apa.org/pubs/journals/releases/amp-a0034857.pdf">Tolerância a frustrações</a> <b><sup>[3]</sup></b></b></li>
</ul>
<p><i>Perder em um jogo, não só ensina o jogador a lidar melhor com as falhas, como também o faz enxergar que tudo pode ser recomeçado. Com a possibilidade de novas tentativas e micro recompensas constantes no decorrer do jogo, o jogador se sente estimulado a tentar novamente.</i></p>
<ul>
<li><b><a href="http://hypescience.com/23609-video-games-fazem-bem-a-saude-de-acordo-com-pesquisas/">Exercícios Físicos</a> <b><sup>[4]</sup></b></b></li>
</ul>
<p><i>A novidade agora é se mexer! </i><i>Vídeo games de nova geração trazem jogos que estimulam a atividade física, podendo oferecer desde um treinamento de Yoga para melhorar a postura até uma aula de dança completa para perder aqueles quilinhos a mais.</i></p>
<p><i>Um estudo realizado pela Universidade de Ottawa, no Canadá, testou o vídeo game Wii em pacientes com doenças de Parkinson. O resultado foi uma melhora expressiva no equilíbrio e no quadro dessas pessoas.</i></p>
<ul>
<li><b><a href="http://www.apa.org/pubs/journals/releases/amp-a0034857.pdf">Convívio familiar e com amigos</a> <b><sup>[3]</sup></b></b></li>
</ul>
<p><i>Jogos de mais de um jogador podem estimular a união com a família e amigos, esses jogos permitem que todos se envolvam no universo do jogador. Ganhando, perdendo e se divertindo juntos, aumenta a cumplicidade e a parceria entre todos os envolvidos.</i></p>
<p><i>Novas relações de amizade também podem ser feitas através de jogos multiplayers, com isso o jogador acaba conhecendo pessoas e realidades que talvez nunca conheceria por outro meio.</i></p>
<ul>
<li><b><a href="http://hypescience.com/23609-video-games-fazem-bem-a-saude-de-acordo-com-pesquisas/">Coordenação</a> <b><sup>[4]</sup></b></b></li>
</ul>
<p><i>&#8220;Pra cima, pra baixo, meia lua, quadrado&#8221;: se você já conseguiu realizar algum tipo de sequencia maluca para realizar alguma ação incrível em algum jogo, pode ter certeza que a área de coordenação de seu cérebro foi estimulada. Quem joga sabe o quanto pode ser difícil  apertar os botões certos na hora certa e o quanto isso fica fácil com o passar do jogo. Estudos comprovam que quem joga têm melhor coordenação motora, um desses estudos descobriu que o córtex cerebral de quem joga é mais espesso justamente na área relacionada a essa função.</i></p>
<ul>
<li><b><a href="http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2011/02/08/jogos-virtuais-melhoram-a-atencao-e-a-memoria-segundo-especialistas.htm">Atenção e Concentração</a> <b><sup>[5]</sup></b></b></li>
</ul>
<p><i>Lembra o quão focado você já deve ter ficado para passar aquela fase que todos seus amigos não conseguiam passar? Pois é, você mais do que ninguém deve saber o quanto um jogo estimula a concentração e o quanto disso você já levou para sua vida na resolução de algum problema. Estudos demonstram que profissionais que jogam e precisam no seu dia a dia realizar tarefas de alta precisão e cuidado, realizam de forma melhor sua tarefa do que os profissionais que não jogam.</i></p>
<ul>
<li><b><a href="http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/antiteses/article/view/10130/8869">Interpretação de mapas , textos e imagens</a> <b><sup>[6]</sup></b></b></li>
</ul>
<p><i>Quantas vezes você já não se perdeu em um jogo de mundo aberto, ou talvez não sabia o que tinha que fazer ao chegar naquele checkpoint?</i></p>
<p><i>Para atingir seu objetivo o jogador tem que saber se orientar pelo mundo virtual, e ele faz isso se orientando por réplicas de mapas e as vezes até bussolas virtuais disponibilizadas na maioria dos jogos, após chegar no local determinado é primordial ao jogador conseguir interpretar através de textos e imagens qual é o passo a seguir para sua nobre jornada.</i></p>
<ul>
<li><b><a href="http://www.pp.ufu.br/trabalhos/40.PDF">Administrar recursos</a> <b><sup>[7]</sup></b></b></li>
</ul>
<p><i>Administrar recursos é vital na vida de um jogador, seja este recurso o mais tradicional, como moedas, até a própria vida ou um simples pedaço de graveto, o que esses jogos ensinam ao jogador é que todo recurso é escasso e que deve ser usado na ocasião correta para que ele tenha utilidade.</i></p>
<p><i>Pense nisso quando quiser gastar aquele dinheiro que você vem juntando com alguma bobagem.</i></p>
<ul>
<li><b><a href="http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000841856">Análise de riscos e tomada de decisão</a> <b><sup>[8]</sup></b></b></li>
</ul>
<p><i>O jogador está constantemente analisando riscos enquanto joga, a cada &#8220;pixel movimentado&#8221;, uma nova analise deve ser feita juntamente com uma nova decisão a ser tomada. Esse ciclo trás muitos benefícios para a vida real do jogador, onde ele pode por em pratica essas atitudes buscando alcançar seu objetivo, seja ele fazer uma simples lição de casa ou qualquer outro tipo de planejamento.</i></p>
<p>O que podemos ver após tudo isso, é que alguns jogos quando usados da maneira correta podem ser extremamente benéficos no estimulo de diversas habilidades essências no nosso dia a dia. Porem, não se esqueça nobre jogador, que é na vida real que se ganha mais pontos.</p>
<h3>Bibliografia</h3>
<div>[1]<a href="http://rochester.edu/news/show.php?id=3679">http://rochester.edu/news/show.php?id=3679</a></div>
<div>[2]<a href="http://www.merga.net.au/documents/RR_bragg.pdf">http://www.merga.net.au/documents/RR_bragg.pdf</a></div>
<div>[3]<a href="http://www.apa.org/pubs/journals/releases/amp-a0034857.pdf">http://www.apa.org/pubs/journals/releases/amp-a0034857.pdf</a></div>
<div>[4]<a href="http://hypescience.com/23609-video-games-fazem-bem-a-saude-de-acordo-com-pesquisas/">http://hypescience.com/23609-video-games-fazem-bem-a-saude-de-acordo-com-pesquisas/</a></div>
<div>[5]<a href="http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2011/02/08/jogos-virtuais-melhoram-a-atencao-e-a-memoria-segundo-especialistas.htm">http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2011/02/08/jogos-virtuais-melhoram-a-atencao-e-a-memoria-segundo-especialistas.htm</a></div>
<div>[6]<a href="http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/antiteses/article/view/10130/8869">http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/antiteses/article/view/10130/8869</a></div>
<div>[7]<a href="http://www.pp.ufu.br/trabalhos/40.PDF">http://www.pp.ufu.br/trabalhos/40.PDF</a></div>
<div>[8]<a href="http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000841856">http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000841856</a></div>
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		<title>Por onde começar a desenvolver jogos?</title>
		<link>http://blog.ludoeducativo.com.br/por-onde-comecar-a-desenvolver-jogos/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 18:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Rosenfeld]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Algo que sempre nos perguntam é como começar a desenvolver jogos. A resposta depende muito do conhecimento prévio de cada um e das expectativas que cada um tem, mas quero com esse post ao menos mostrar o que deu certo para nós. Primeiro de tudo, esse post pode ser um pouco mais técnico do que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;">Algo que sempre nos perguntam é como começar a desenvolver jogos. A resposta depende muito do conhecimento prévio de cada um e das expectativas que cada um tem, mas quero com esse post ao menos mostrar o que deu certo para nós.</span></p>
<p>Primeiro de tudo, esse post pode ser um pouco mais técnico do que os outros, então sinta-se livre para pulá-lo se você não deseja entender essa parte do desenvolvimento de jogos. E segundo, esse post irá abordar mais o lado de programação do desenvolvimento de jogos e não tanto a parte criativa, como enredo, arte e música dos jogos.</p>
<p>Desenvolver jogos, antes de mais nada, é bem diferente de jogar um jogo. Essa é a primeira expectativa que precisa ser quebrada e é incrível como muitos querem desenvolver jogos só porque eles gostam muito (ou são muito bons) em algum jogo. Sinto desapontá-los, mas desenvolver jogos, <a title="Por que criar (jogos)?" href="http://blog.ludoeducativo.com.br/por-que-crio-jogos/" target="_blank">como já falamos</a>, é coisa séria e dá trabalho sim.</p>
<p>Mas o mundo da computação é feito de abstrações e com o avanço da tecnologia, os aspectos mais difíceis do desenvolvimento de jogos foram abstraídos e estão se tornando cada vez mais fáceis. A 30 anos atrás era comum desenvolver jogos em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assembly" target="_blank">Assembly</a>, a linguagem mais próxima do hardware possível, algo que hoje é impensável (uma curiosidade: escrever um jogo em Assembly já era impensável na década de 90, o que não impediu o <a href="http://www.chrissawyergames.com/faq3.htm" target="_blank">RollerCoaster Tycoon de ser escrito em Assembly</a>). E, apesar de ser um exercício interessante conhecer a fundo como o jogo irá ser executado e otimizá-lo ao máximo, nos dias de hoje um tempo curto de desenvolvimento é muito mais importante.</p>
<div id="attachment_365" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://blog.ludoeducativo.com.br/media/Diamond_heights.jpg"><img class="size-full wp-image-365" alt="RollerCoaster Tycoon, um jogo desenvolvido em Assembly" src="http://blog.ludoeducativo.com.br/media/Diamond_heights.jpg" width="800" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">RollerCoaster Tycoon, um jogo desenvolvido em Assembly</p></div>
<p>O que nos leva a segunda quebra de expectativas. Muitas pessoas, principalmente programadores, começam o desenvolvimento de seu jogo pela engine, o motor que será responsável por comandar todas as partes do jogo e ao final desenhar as formas na tela e tocar a música ou efeito sonoro requeridos. Muitas vezes essa tarefa tira meses e até anos de desenvolvimento sem ao menos ter uma noção de como será o jogo no final. A maioria desiste sem nem criar nada além do que diagramas de classe.</p>
<p>Bom, mas se desenvolver jogos dá trabalho e criar a sua própria engine dá mais trabalho ainda, o que podemos fazer? Utilizar uma engine pronta. Melhor ainda, utilize um kit de desenvolvimento para jogos. Existem diversas opções gratuitas e de ótima qualidade, basta procurar.</p>
<p>E para quem nem mesmo sabe programar, existem opções em que é possível criar um jogo sem escrever uma linha de código, e nem por isso é preciso sacrificar muito o desempenho ou a flexibilidade.</p>
<div id="attachment_367" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://blog.ludoeducativo.com.br/media/scratch-01.jpg"><img class="size-large wp-image-367" alt="Scratch, ferramenta desenvolvida pelo MIT e utilizada no Stencyl para programar sem escrever código" src="http://blog.ludoeducativo.com.br/media/scratch-01-1024x743.jpg" width="640" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Scratch, ferramenta desenvolvida pelo MIT e utilizada no Stencyl para programar sem escrever código</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo algumas ferramentas que recomendamos:</p>
<ul>
<li><a title="Stencyl" href="http://www.stencyl.com/" target="_blank">Stencyl</a>: uma das opções que mais recomendamos, em sua versão 3.0 traz suporte a diversas plataformas, com uma interface intuitiva baseada no <a href="http://scratch.mit.edu/" target="_blank">Scratch</a> do MIT</li>
<li><a href="https://www.scirra.com/construct2" target="_blank">Construct 2</a>: mais simples e menos flexível que o Stencyl, ainda é uma ótima opção para quem quer começar a desenvolver jogos sem ter que aprender a programar antes</li>
<li><a href="https://unity3d.com/" target="_blank">Unity</a>: a engine que não pode faltar em nenhuma lista desse tipo, é hoje em dia a ferramenta mais popular no desenvolvimento de jogos 3D, por permitir jogos dos mais simples aos mais complexos</li>
<li><a href="http://www.openfl.org/" target="_blank">OpenFL</a>: para quem deseja escrever código, sem perder a flexibilidade de poder suportar várias plataformas em um mesmo código, nem perder a performance de escrever código nativo</li>
</ul>
<p>Essas são algumas das ferramentas que já utilizamos no desenvolvimento de jogos, porém existem muitas outras, das <a href="http://gamesalad.com/" target="_blank">mais simples</a> às <a href="http://www.ogre3d.org/" target="_blank">mais complexas</a>. Deixe seu comentário se você se interessou por qualquer assunto que podemos escrever mais a respeito.</p>
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		<title>4 livros para educar</title>
		<link>http://blog.ludoeducativo.com.br/4-livros-para-educar/</link>
		<comments>http://blog.ludoeducativo.com.br/4-livros-para-educar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 16:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Luna Moreno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Leituras que preparam as crianças para enfrentar o &#8220;mundo dos adultos&#8221;. &#160; Seguindo meu post anterior 7 motivos para ler para seus filhos, decidi compartilhar quatro livros que li quando era pequena e que, do meu ponto de vista, podem ajudar a formar o caráter de uma criança (entre os 5 e os 9 anos) de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Leituras que preparam as crianças para enfrentar o &#8220;mundo dos adultos&#8221;.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seguindo meu post anterior <a title="7 Motivos para ler para seus filhos" href="http://blog.ludoeducativo.com.br/7-motivos-ler-seus-filhos/" target="_blank">7 motivos para ler para seus filhos</a>, decidi compartilhar quatro livros que li quando era pequena e que, do meu ponto de vista, podem ajudar a formar o caráter de uma criança (entre os 5 e os 9 anos) de uma maneira mais efetiva e digerível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: left;"> 1. “Um livro Fantástico” de Dallas Clayton.</h3>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.veryawesomeworld.com/awesomebook/" target="_blank">Você pode ler pela internet de maneira gratuita</a> ou <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0062114689/ref=as_li_ss_tl?ie=UTF8&amp;tag=thepaperbriga-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=0062114689" target="_blank">comprar sua versão original em inglês.</a></p>
<p style="text-align: left;">Se trata de um pequeno conto que incentiva as crianças a usar sua imaginação e com o passar do tempo como essas idéias irão modificar o mundo.</p>
<p style="text-align: left;">É um conto parecido com &#8220;O Pequeno Príncipe&#8221;, porém mais curto e &#8220;não tão difícil para sua idade&#8221;.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. “A teia de Charlotte” de E.B. White.</h3>
<p>(ISBN 9788578272968) <a href="http://www.americanas.com.br/produto/7265135/livro-teia-de-charlotte-a" target="_blank">Pode ser encontrado para compra neste link.</a></p>
<p>Um romance que conta a história de Wilbur, um porquinho de estimação de uma garota chamada Fern, e a aranha Charlotte.</p>
<p>Ensina as crianças o valor da amizade. De uma maneira honesta os previne dos &#8220;perigos do mundo exterior&#8221; e como essas variáveis podem fortalecer uma amizade e criar uma relação que irá durar por muitos anos (apesar das evidentes diferenças entre as espécies).</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3> 3. “Frederico” de Leo Lionni</h3>
<p>(ISBN 9789728781309) A versão em português de Portugal pode ser <a href="http://www.fnac.pt/Frederico-Leo-Lionni/a26056" target="_blank">comprada aqui</a>.</p>
<p>A comunidade de Frederico está se preparando para o inverno e enquanto todos os demais integrantes se dedicam a coletar comida, Frederico tem outras ocupações.</p>
<p>Se trata de um pequeno conto que ensina as crianças que existem pessoas com interesses um pouco diferentes do habitual e que isso não é algo ruim, já que a sociedade necessita de pessoas que se dediquem a coisas diferentes para poder funcionar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. “Billy y el vestido rosa” de Anne Fine</h3>
<p>Por mais que tente encontrar este titulo em português, parece que o mesmo só se encontra em seu idioma original, o espanhol (<a href="http://www.librosalfaguarainfantil.com/es/libro/billy-y-el-vestido-rosa/" target="_blank">que pode ser encontrado aqui</a>), porém o mesmo se trata de uma história que não pude deixar de fora desta lista.</p>
<p>A mãe de Billy decide vesti-lo com um vestido rosa e assim o manda para a escola. Isso seria perfeitamente normal se Billy não fosse menino. Ao passar do dia ele se dá conta de que todas as pessoas da escola o tratam diferente por estar em um vestido.<br />
A história ensina igualdade de gêneros e faz os adultos refletirem sobre como separamos as crianças (as vezes sem querer) e os retiramos de &#8220;atividades especificas dependendo de seu sexo&#8221;.</p>
<p>Inclusive encontrei <a href="http://www.librosalfaguarainfantil.com/uploads/ficheros/libro/guia-actividades/200201/guia-actividades-billy-vestido-rosa.pdf" target="_blank">este guia</a> (também em espanhol, me desculpem por isso) que propõe uma série de atividades com o passar da leitura, para que os estudantes tenham um entendimento individual sobre o que é &#8220;ser menino e menina&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Poderes e Responsabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Mar 2014 21:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Lima]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje abordarei um assunto que há muito me incomoda e, principalmente, preocupa. Deixarei claro que o efeito que citarei não está restrito a pequenas produções, muito pelo contrário, todavia considero esta situação muito mais preocupante quando ocorre em jogos tidos como independentes. Previamente discorri sobre como jogos são uma junção das mais diversas mídias, transmitindo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje abordarei um assunto que há muito me incomoda e, principalmente, preocupa. Deixarei claro que o efeito que citarei não está restrito a pequenas produções, muito pelo contrário, todavia considero esta situação muito mais preocupante quando ocorre em jogos tidos como independentes. Previamente discorri sobre como jogos são uma junção das mais diversas mídias, transmitindo mensagens com a mesma efetividade ou melhor que diversos outros meios. Jogos, assim como as já citadas outras mídias, transmitem mensagens explícitas e implícitas, pois como todo o conteúdo produzido, um jogo é um subproduto do meio, do contexto e da cultura dentro da qual foi desenvolvido. E mora aí um incomodo que tenho certeza que não é só meu: muitos desenvolvedores tem pouco se importado com a mensagem que seus jogos passam de forma indireta. Sendo o jogo uma ferramente discursiva como muitas outras o desenvolvedor deve – ou pelo menos deveria – estar consciente do tipo de mensagem que seu jogo está transmitindo para seus jogadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É preocupante notar que tantos produtores independentes tem negado as responsabilidades sobre o conteúdo que produzem, atribuindo seus problemas a diversos fatores, como a chamada “patrulha do politicamente correto”, ao pouco tempo de desenvolvimento, poucos recursos, pouca experiência, ao fato da indústria AAA muitas vezes não se preocupar com isso, enfim, as mais diversas formas de sair pela tangente. Todavia, tudo que produzimos tem impacto naqueles que consomem, impacto positivo ou negativo. Este impacto não deve ser subestimado de forma alguma, considerando como hoje é fácil disseminar conteúdo para milhões de pessoas em questões de segundos, basta ver como qualquer conteúdo se torna viral da noite para o dia. A atitude de criticar o conteúdo que você produz ou ama não é fácil, mas nem por isso deve ser esquecida ou considerada uma tarefa secundária. Seu jogo faz com que o jogador se reconheça e empodere ou faz com que ele se odeie? Seu jogo cria um ambiente favorável a questionamentos ou ele apenas perpetua o senso comum? Seu jogo desconstrói sexismo ou apenas regojiza nele? Tudo isso é de responsabilidade do criador, mesmo que ele esteja criando um remix de <i>Tetris</i>. Jogos não existem no vácuo, jogos não são imunes a política e ao meio social. Assim como nenhuma outra mídia o é. Um jogo pode ser sim uma simples ferramenta de entretenimento, mas não deve ser ignorado o contexto por trás de tal ferramenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como exemplos positivos deixo os recentes <i>The Last of Us: Left Behind</i>, <i>Assassin&#8217;s Creed: Freedom Cry</i> e todos os trabalhos de Anna Anthropy. Todos estes jogos promovem &#8211; cada um a sua maneira, uns mais que os outros &#8211; a empatia para com aqueles que estão a margem da sociedade, além de colocar estas pessoas em uma posição empoderada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como exemplo negativo deixarei apenas um &#8211; pois acho que disso temos exemplos mais que o suficiente &#8211; com um link para um texto o qual considero muito pertinente sobre o assunto: <a href="http://menosplaystation.blogspot.com.br/2013/12/racismo-rolezinho-memes-e-o-videogame.html">Hue Attack</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E por mais clichê que seja, tio Ben tinha razão: Grandes poderes trazem, sim, grandes responsabilidades.</p>
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		<title>Clonagem de jogos mobile, o que você pensa sobre isso?</title>
		<link>http://blog.ludoeducativo.com.br/clonagem-de-jogos-mobile-o-que-voce-pensa-sobre-isso/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 17:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um mercado cada vez mais acirrado e atrativo financeiramente, desenvolvedoras não muito éticas procuram por profissionais que, acreditem se quiser, possam clonar jogos de sucesso, como o recente Flappy Bird. Não é de hoje que se vê no mercado os chamados produtos falsificados. O produto falsificado é, via de regra, uma cópia quase que idêntica [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mercado cada vez mais acirrado e atrativo financeiramente, desenvolvedoras não muito éticas procuram por profissionais que, acreditem se quiser, possam clonar jogos de sucesso, como o recente Flappy Bird.</p>
<p>Não é de hoje que se vê no mercado os chamados produtos falsificados. O produto falsificado é, via de regra, uma cópia quase que idêntica de um determinado produto, mas com custo de produção muito abaixo, o que faz com que seu preço final também seja menor.</p>
<p>Abaixo, os números da falsificação nos 11 setores pesquisados:</p>
<p align="center"><a href="http://blog.ludoeducativo.com.br/media/TabelaPirataria.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-316" alt="TabelaPirataria" src="http://blog.ludoeducativo.com.br/media/TabelaPirataria.png" width="293" height="375" /></a></p>
<p align="center"><small><strong>Fonte: FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade)</strong></small></p>
<p>O que pode se notar logo de inicio é que este mercado movimenta bilhões de reais anualmente e que, para a maioria dos consumidores desses produtos, o preço é o maior diferencial.</p>
<p>Mas e a clonagem de jogos?</p>
<p>Ao que tudo indica, a clonagem de jogos mobile segue os mesmos princípios dos demais produtos falsificados: a comercialização de um produto idêntico ou muito semelhante ao original, sem que exista o direito de reprodução sobre o produto falsificado.</p>
<p>A clonagem de jogos acontece na maioria das vezes com a clonagem da essência do jogo original, aquilo que torna o jogo original totalmente único e diferente dos demais no mercado. Por isso vale tudo para estas desenvolvedoras, desde a cópia da ideia, jogabilidade, texturas e muitas vezes até parte do nome do produto original, fazendo com que ambos apareçam lado a lado nas buscas. Esta é uma das muitas formas de hijack  que nada mais é que o ato de sequestrar a visibilidade de um produto já conhecido.</p>
<p>O Tumblr <a href="http://iwantaclone.tumblr.com/" target="_blank">I Want a Clone</a> possui um catálogo de jogos clonados e, infelizmente, pelo que se pode ver quase todo dia aparece mais um post novo.</p>
<p>Sabemos o quanto é difícil ter uma boa ideia em um mercado abarrotado de jogos de diferentes tipos, as vezes chegamos a pensar que tudo já foi explorado, que qualquer ideia que tenhamos já tenha sido utilizada previamente. Isto não é todo mentira, afinal de contas, como acontece em qualquer outra mídia, jogos são nada mais que aglomerados de ideias que absorvemos de diversos meios e adaptamos de acordo com nossas capacidades e visões distintas. O processo criativo, então, não é &#8220;totalmente original&#8221;, como alguns gostam de colocar, mas tampouco é o mesmo processo pelo qual passam os jogos clonados.</p>
<p>Para nós apaixonados e criadores de jogos é triste ver o mercado &#8220;criando&#8221; jogos através de máquinas de clones sem o menor sentimento e paixão pelo que fazem, apenas visando abocanhar uma fatia dos lucros que os jogos originais produzem, o mais rápido e similarmente possível.</p>
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		<title>Por que jogos educativos?</title>
		<link>http://blog.ludoeducativo.com.br/por-que-jogos-educativos/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 15:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Rosenfeld]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos primeiros posts desse blog foi sobre “por que criar jogos?” (recomendo muito a leitura) do nosso designer e desenvolvedor de jogos, Gabriel Lima. Nesse post quero expandir um pouco mais o assunto, agora sobre jogos educativos. Então, por que criamos jogos educativos? A resposta pode não ser tão óbvia como parece. Obviamente a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos primeiros posts desse blog foi sobre <a title="Por que criar (jogos)?" href="http://blog.ludoeducativo.com.br/por-que-crio-jogos/" target="_blank">“por que criar jogos?”</a> (recomendo muito a leitura) do nosso designer e desenvolvedor de jogos, Gabriel Lima. Nesse post quero expandir um pouco mais o assunto, agora sobre jogos educativos. Então, por que criamos jogos educativos?</p>
<p>A resposta pode não ser tão óbvia como parece. Obviamente a educação é um dos aspectos mais importantes da vida de uma pessoa e as consequências de uma má educação podem ser gravíssimas para a sociedade. E nós acreditamos muito no potencial dos jogos como uma forma de influenciar positivamente na educação das crianças. O que pode surpreender os adultos, é que todos os jogos educam, de uma maneira ou de outra.</p>
<p>Eu e meus irmãos crescemos jogando video-game. Claro que também brincamos na rua (quando era seguro), andamos de bicicleta, fizemos esportes. Mas o que mais nos chamava atenção eram os consoles. Primeiro o Atari (o qual eu tenho vagas lembranças), depois o Super Nintento, Nintendo 64, Playstation, etc. E sabe qual a lembrança mais marcante que eu tenho dos jogos na minha infância? A vontade de aprender inglês para entender aquelas letrinhas que apareciam no Super Mario World, no Pokémon, etc. E eu aprendi! Quando chegou a hora de aprender inglês na escola, eu e meus irmãos já fomos direto para a classe avançada, sem nunca ter feito cursos extras.</p>
<p>Não só isso, muito do que usamos para aprender a dirigir vimos em jogos de corrida, em simulações como o Gran Turismo. Noções importantes de tração nas rodas, a maneira ideal de abrir e fechar as curvas e até mesmo o quanto uma pista molhada pode ser perigosa. Noções básicas de pilotagem que são ensinadas em cursos de direção defensiva, tudo aprendido de forma divertida e interessante a partir de “joguinhos”.</p>
<p>Já deu pra perceber que os jogos, mesmo não sendo educativos, podem ensinar e serem muito úteis na vida das pessoas. Então, por que se fala tanto sobre a influência negativa dos jogos nas crianças? Porque existem todo tipo de jogos, dos mais violentos aos mais didáticos. Para alguém que vê de fora, é díficil entender esse universo variado e complexo dos jogos eletrônicos.</p>
<p>Assim como na televisão existem programas violentos e impróprios para criança, o mesmo ocorre nos jogos. Nem todo jogo foi feito para ser acessado por crianças e adolescentes, depende dos pais entenderem quais são apropriados para cada idade. Além disso, os pais e educadores, se entendessem melhor o que seus filhos e alunos fazem durante os jogos, tenho certeza que eles iriam lidar muito melhor com o fato das crianças passarem tanto tempo fazendo algo que para eles é inútil. Para explicar melhor esse tema, deixo uma pesquisadora, que entende muito mais do assunto que nós:</p>
<iframe src="http://embed.ted.com/talks/jane_mcgonigal_gaming_can_make_a_better_world.html" width="640" height="360" frameborder="0" scrolling="no" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe>
<p>Então, por que fazer jogos educativos? Primeiro, claro, queremos ajudar, da maneira que podemos, na educação das crianças e acreditamos que os jogos são excelentes para isso (mais sobre isso em um post futuro). Mas, principalmente, acreditamos que criando jogos que são explicitamente educativos, podemos atingir os adultos mais céticos sobre os jogos e ajudá-los a compreender melhor como os jogos influenciam positivamente a vida das crianças. Quem sabe, no futuro, os adultos entendam tão bem o efeito dos jogos nas crianças, que até eles mesmo se tornem jogadores.</p>
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